sexta-feira, 13 de maio de 2011

Museu da Farmácia
  No dia 4 de Maio de 2011, as turmas F e H da EB1 Gaivotas foram visitar o Museu da Farmácia.
 Quando chegámos ao museu dividimo-nos em dois grupos e a nossa turma foi guiada pelo director deste museu.
 Começámos por ver várias farmácias  antigas, a  primeira delas do século XVIII.
 Também vimos balanças e utensílios antigos e aprendemos como se faziam os remédios, antigamente.
Depois, subimos ao primeiro andar e vimos um sarcófago. Entre outras coisas, ficámos a saber que os egípcios faziam um risco preto à volta dos olhos para os protegerem do sol . 
Esta visita foi interessante porque descobrimos muitas coisas sobre a  história das farmácias.


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Os nossos países de origem
Na nossa turma, existem quatro nacionalidades diferentes e nós, em grupo, fizemos uma pesquisa sobre cada um dos nossos países de origem.
Para sermos mais solidários uns com os outros, é importante que nos conheçamos melhor e o mundo fica muito mais interessante quando há partilha de culturas.






quarta-feira, 6 de abril de 2011

Visita de estudo ao Museu do Chiado
Quinta-feira, dia 24 de Março de 2011, fizemos uma visita de estudo ao Museu do Chiado.
 Assim que entrámos no Museu vimos a sala dos fornos.
A seguir, fomos ver a exposição do pintor Columbano Bordalo Pinheiro.
No final, cada um de nós escolheu um quadro, observámos muito bem o retrato e, alguns de nós, tentámos imitá-lo, usando o nosso corpo, para os nossos colegas descobrirem o nosso quadro preferido.
Gostámos muito das obras do Columbano Bordalo Pinheiro e a actividade que fizemos foi muito interessante.
Depois desta visita, fizemos o nosso auto-retrato.

quarta-feira, 30 de março de 2011

NATAÇÃO
Neste segundo período, tivemos natação,  duas vezes por semana, na piscina do Alvito.
Gostámos imenso desta atividade, aprendemos a nadar e divertimo-nos muito.
Estes são alguns desenhos que fizemos para a exposição de encerramento do 3º turno desta atividade.












sexta-feira, 18 de março de 2011

O GIGANTE EGOÍSTA

Após termos explorado a capa do livro “O Gigante Egoísta” e de termos observado algumas imagens, imaginámos e escrevemos a história.
Depois, ouvimos ler a história, comparámo-la com as nossas, fizemos uma ficha e uma banda desenhada.

Apesar de ter um final triste, nós adorámos esta história.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Visita de estudo ao Museu do Carmo
No dia 3 de Março de 2011, fomos visitar o Museu Arqueológico do Carmo.
Assim que chegámos, ficámos a saber que o museu, antigamente, era uma igreja chamada Igreja do Carmo, que foi mandada construir pelo cavaleiro Nuno Álvares Pereira e que foi parcialmente destruída pelo terramoto de 1755.
De seguida, fizemos o «Jogo dos detetives» para descobrirmos «os mistérios do Carmo» e  descobrimos:  múmias, túmulos, esculturas e objectos pré-históricos.
Esta visita foi fabulosa e aprendemos muito com ela.
                            
                                                                                               3º ano – turma F

quinta-feira, 3 de março de 2011


O terramoto de 1755
A Guida e a Vitória, que vieram do Arquivo Municipal de Lisboa, ensinaram-nos muitas coisas sobre o terramoto de 1755.
 No dia 1 de Novembro de 1755, dia de Todos-os-Santos, pelas 9:45 da manhã, houve um grande terramoto que atingiu grande parte da Europa e destruiu a cidade de Lisboa quase toda.
Como o terramoto teve origem no oceano, veio acompanhado por um maremoto.
Porque as pessoas estavam a celebrar o dia de Todos os Santos nas igreja, e porque antigamente não havia electricidade, as muitas velas acesas nas igreja e nas casas das pessoas caíram com o tremer da terra e provocaram um grande incêndio que durou 3 dias. Para fugirem ao incêndio, as pessoas correram para a beira-rio e foram engolidas pelo maremoto.
Ficámos a saber que um dos palácios que resistiu ao terramoto se encontra frente à escola das Gaivotas.
Depois do terramoto, o rei D. José I encarregou o Marquês de Pombal da reconstrução da cidade de Lisboa.
Para evitar uma destruição tão grande, em caso de outro terramoto, o Marquês de Pombal mandou construir edifícios anti-sísmicos com paredes corta-fogo no último andar, gaiolas pombalinas e estacas de madeira. Os edifícios não podiam ter mais de 4 ou 5 andares.
Também mandou construir as ruas largas, direitas e organizadas para, no caso de haver outro terramoto, as pessoas poderem fugir mais á vontade.  
No final da sessão, cada um de nós construiu um edifício pombalino.
                                                                                              3º ano – Turma F